Remarcado para o dia 08/07/2011
Local: Pátio dda escolaHora: 16:00h
Quem sou eu
- E.M.E.F. Alfredo Pedro da Silva
- Cidreira, Rio Grande do Sul, Brazil
- Escola Municipal de Ensino Fundamental Alfredo Pedro da Silva. Av.Alfredo Pedro da Silva, 4891 - Parque dos Pinos Cidreira / RS CEP: 95595-000 E-mail: alfredopedrodasilva@gmail.com Telefone: (51) 3681 4974 (51) 9528 2892
Funcionários
segunda-feira, 13 de junho de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Dia das Mães 2011
Família Alfredo Pedro realizou no dia 13/05 uma festa para o dia das Mães.
Olha que beleza! Foi um gostoso chá com sorteio de brindes e lindas apresentações !!!
PROJETO: O COTIDIANO INDÍGENA
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ALFREDO PEDRO DA SILVA
Av. Alfredo Pedro da Silva, 4891- Parque dos Pinos- Cidreira-RS
Decreto de Criação n.º 034/94
PROJETO: O COTIDIANO INDÍGENA
Tema: O índio e seus costumes
Público Alvo: Alunos de Pré a 5º Ano
Duração: 04 a 20/04
JUSTIFICATIVA:
Este tema foi abordado devido à importância de trabalhar tal data na prática pedagógica, sendo que os Índios contribuíram, e muito, para a história do nosso país. Além disso, a Escola está oportunizando aos alunos uma Saída de Campo para conhecer uma Aldeia Indígena existente no Litoral Norte-Osório/RS, a Equipe lançou aos Professores um Concurso Pedagógico sobre o tema visto que apenas uma turma poderá participar desta visita à Aldeia neste primeiro momento.
OBJETIVO GERAL:
Proporcionar aos alunos o conhecimento e até mesmo a vivência de alguns aspectos do dia a dia indígena como: cultura, alimentação, vestimenta, habitat e outros, enfatizando a importância de respeitar e admirar as culturas diferentes das suas.
METODOLOGIA:
- Conversa informal com os alunos sobre o sentido do Projeto,
- Atividades variadas: músicas, contação de histórias, filmes, confecção de painéis, construção de objetos indígenas, brincadeiras, dobraduras, danças e outras.
CULMINÂNCIA:
Saída de Campo para a Aldeia Indígena, dia 20/04 (Necessidade de 28 Lugares).
AVALIAÇÃO:
Cada Professor fará a avaliação de seus alunos de forma contínua, através de observação diária, durante a realização das atividades propostas.
Supervisão Escolar
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A Escola realizou uma saída a campo, com os alunos do 1º Ano, no dia 20 de abril, conforme previsto no Projeto "O Cotidiano Indígena", a fim de conhecer a Aldeia Indígena "Sol Nascente", em Osório/RS.
Lá, os alunos puderam vivenciar o dia a dia dos Índios, seus costumes, suas práticas culturais, como a música, o artesanato e a dança, além de terem conhecido o espaço educativo em que aquela comunidade constrói sua aprendizagem.
Tiveram todos, um momento de integração, onde lancharam coletivamente e cada grupo fez uma apresentação artística abordando a sua realidade.
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A Escola realizou uma saída a campo, com os alunos do 1º Ano, no dia 20 de abril, conforme previsto no Projeto "O Cotidiano Indígena", a fim de conhecer a Aldeia Indígena "Sol Nascente", em Osório/RS.
Lá, os alunos puderam vivenciar o dia a dia dos Índios, seus costumes, suas práticas culturais, como a música, o artesanato e a dança, além de terem conhecido o espaço educativo em que aquela comunidade constrói sua aprendizagem.
Tiveram todos, um momento de integração, onde lancharam coletivamente e cada grupo fez uma apresentação artística abordando a sua realidade.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Ensinar é chama que arde sem se ver
Ensinar é chama que arde sem se ver;
É luta que se constrói diariamente;
É estar contente mesmo descontente;
É amor incondicional e fremente;
É querer mais que o suficiente.
É luta, às vezes, solitária entre as gentes;
É jamais satisfazer-se de contente;
É cuidar que se ganhe sem jamais se
perder inocentemente;
É querer estar preso por curiosidade;
É servir aos sonhos e aos sonhadores;
E ter com quem ensinamos lealdade;
Mas como causar e instigar sabedoria;
Em corações muitas vezes castigados,
Se nem ao menos somos contrários
à inercia dos nossos sonhos?
É luta que se constrói diariamente;
É estar contente mesmo descontente;
É amor incondicional e fremente;
É querer mais que o suficiente.
É luta, às vezes, solitária entre as gentes;
É jamais satisfazer-se de contente;
É cuidar que se ganhe sem jamais se
perder inocentemente;
É querer estar preso por curiosidade;
É servir aos sonhos e aos sonhadores;
E ter com quem ensinamos lealdade;
Mas como causar e instigar sabedoria;
Em corações muitas vezes castigados,
Se nem ao menos somos contrários
à inercia dos nossos sonhos?
Sandra da Silva
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